“E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu tambem o joio.”
Ouça Mateus 13:26
O que este versículo diz
O tempo passa e a verdade se revela: quando a erva cresce e frutifica, aparece também o joio, antes indistinguível do trigo. Só na maturidade a diferença se torna evidente. Esse detalhe agrônomo é a chave da parábola: no início, bem e mal podem parecer semelhantes, e apenas o fruto e o amadurecimento acabam por distingui-los. A convivência não se dá por descuido, mas porque de fato era difícil separar antes da hora certa.
Há aqui uma lição de discernimento e de paciência. Muitas vezes queremos julgar cedo demais, classificar rápido o que é trigo e o que é joio, mas nem sempre temos condições de fazê-lo com segurança. O fruto revela a natureza; o tempo esclarece o que a aparência escondia. Para nós, é convite à humildade no julgar. Assim como o trigo e o joio crescem juntos até se mostrarem pelo que são, também nas comunidades e em nós mesmos o bem e o mal convivem de modo por vezes ambíguo. Reconhecer isso nos guarda tanto da ingenuidade quanto da pressa em condenar.
O que este versículo diz
O tempo passa e a verdade se revela: quando a erva cresce e frutifica, aparece também o joio, antes indistinguível do trigo. Só na maturidade a diferença se torna evidente. Esse detalhe agrônomo é a chave da parábola: no início, bem e mal podem parecer semelhantes, e apenas o fruto e o amadurecimento acabam por distingui-los. A convivência não se dá por descuido, mas porque de fato era difícil separar antes da hora certa.
Há aqui uma lição de discernimento e de paciência. Muitas vezes queremos julgar cedo demais, classificar rápido o que é trigo e o que é joio, mas nem sempre temos condições de fazê-lo com segurança. O fruto revela a natureza; o tempo esclarece o que a aparência escondia. Para nós, é convite à humildade no julgar. Assim como o trigo e o joio crescem juntos até se mostrarem pelo que são, também nas comunidades e em nós mesmos o bem e o mal convivem de modo por vezes ambíguo. Reconhecer isso nos guarda tanto da ingenuidade quanto da pressa em condenar.