Mateus 13:31
“Outra parábola lhes propoz, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando dele, semeou no seu campo;”
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“Outra parábola lhes propoz, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando dele, semeou no seu campo;”
O que este versículo diz
Jesus propõe agora a parábola do grão de mostarda, mudando o foco: não mais a mistura de bem e mal, mas o crescimento surpreendente do Reino. Um homem toma a menor das sementes conhecidas em sua agricultura e a lança no campo. A imagem parte do que é quase invisível, insignificante aos olhos humanos, para preparar um contraste espetacular com o que essa semente se tornará.
O Reino dos céus, sugere Jesus, começa pequeno, discreto, fácil de menosprezar. Naquele momento, o próprio movimento em torno de Jesus podia parecer irrelevante — um mestre da Galileia e um punhado de discípulos. Mas o começo modesto não define o destino. Para o leitor, há grande encorajamento nisso. As obras de Deus muitas vezes nascem pequenas e escondidas: um gesto de fé, uma oração perseverante, uma comunidade minúscula. Não devemos desprezar os começos humildes nem medir o Reino pelo tamanho aparente de seus inícios. Deus tem o costume de fazer coisas imensas a partir do que o mundo considera desprezível, e a mostarda é o penhor dessa promessa de crescimento.