Pilatos

Governador (prefeito) romano da Judeia que presidiu o julgamento de Jesus e autorizou sua crucificação.

Também conhecido como: Pôncio Pilatos.

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Pôncio Pilatos é o governador romano diante de quem Jesus foi levado a julgamento; sua sentença, arrancada sob pressão apesar de ele reconhecer não haver culpa, tornou-se um dos momentos centrais dos relatos da paixão.
Segundo os quatro evangelhos, as autoridades de Jerusalém levaram Jesus a Pilatos, autoridade romana com poder para condenar à morte. Pilatos o interrogou sobre a acusação de se dizer rei; Jesus respondeu que o seu reino não era deste mundo. O governador declarou, mais de uma vez, não achar nele culpa alguma, e procurou soltá-lo, chegando a propor a troca pelo preso Barrabás segundo o costume da festa.

Pressionado pela multidão que pedia a crucificação, Pilatos cedeu. O evangelho de Mateus registra que ele lavou as mãos diante do povo, dizendo-se inocente daquele sangue. Mandou açoitar Jesus e o entregou para ser crucificado, ordenando que sobre a cruz se colocasse a inscrição "Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus", em hebraico, grego e latim, e recusando-se a alterá-la.

Após a morte de Jesus, foi a Pilatos que José de Arimateia pediu o corpo para sepultá-lo, e foi dele que os líderes obtiveram uma guarda para o túmulo. Conhecido pela história como o prefeito romano da Judeia sob o imperador Tibério, Pilatos ficou para sempre associado à condenação de Jesus, sendo seu nome mencionado até em confissões cristãs antigas.

Onde aparece na Bíblia

Fala em 25 versículo(s) · Citado em 58 versículo(s)

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