“Desde a antiguidade fundaste a terra: e os céus são obra das tuas mãos.”
Ouça Salmos 102:25
O que este versículo diz
Começa aqui o grande contraste final. O salmista contempla a obra criadora: "desde a antiguidade fundaste a terra" e "os céus são obra das tuas mãos". Ele recua ao princípio de tudo, evocando a criação como fundamento de sua esperança. Se Deus estava lá antes da terra existir, se os próprios céus são trabalho de suas mãos, então Ele antecede e transcende tudo o que é passageiro. A vida breve do orante ganha sentido ao ser colocada diante do Criador de todas as coisas.
É digno de nota que a tradição cristã, no Novo Testamento, aplicou estes versículos a Cristo: a Carta aos Hebreus cita esta passagem para falar do Filho como agente eterno da criação. Sem impor essa leitura, vale reconhecer o quanto o texto se prestou a essa meditação sobre a permanência divina. Para o leitor de hoje, o versículo convida a firmar os pés: aquilo que criou os céus e a terra é maior que qualquer ruína e qualquer fim. Nossa esperança não repousa em nós, mas nas mãos que fundaram o mundo.
O que este versículo diz
Começa aqui o grande contraste final. O salmista contempla a obra criadora: "desde a antiguidade fundaste a terra" e "os céus são obra das tuas mãos". Ele recua ao princípio de tudo, evocando a criação como fundamento de sua esperança. Se Deus estava lá antes da terra existir, se os próprios céus são trabalho de suas mãos, então Ele antecede e transcende tudo o que é passageiro. A vida breve do orante ganha sentido ao ser colocada diante do Criador de todas as coisas.
É digno de nota que a tradição cristã, no Novo Testamento, aplicou estes versículos a Cristo: a Carta aos Hebreus cita esta passagem para falar do Filho como agente eterno da criação. Sem impor essa leitura, vale reconhecer o quanto o texto se prestou a essa meditação sobre a permanência divina. Para o leitor de hoje, o versículo convida a firmar os pés: aquilo que criou os céus e a terra é maior que qualquer ruína e qualquer fim. Nossa esperança não repousa em nós, mas nas mãos que fundaram o mundo.