“Para tomarem vingança das nações, e darem reprehensões aos povos;”
Ouça Salmos 149:7
O que este versículo diz
O versículo explicita a finalidade da espada mencionada antes: "tomar vingança das nações" e "repreender os povos". Essa linguagem pertence ao repertório dos salmos que clamam por justiça diante da opressão. É importante notar que a "vingança", no vocabulário bíblico, não é rancor pessoal, mas a execução de um juízo que, na sua raiz, pertence a Deus. Israel se via como instrumento de uma justiça maior contra a violência das nações que esmagavam os fracos.
A honestidade pede reconhecer que esses versos foram, ao longo da história, mal usados para justificar guerras e perseguições — algo que contraria o próprio sentido da justiça divina. O Novo Testamento reorienta o desejo de vingança: "a mim me pertence a vingança, diz o Senhor", e ao crente cabe deixar o julgamento a Deus. Para o leitor de hoje, o versículo pode ser lido como um anseio legítimo de que o mal não tenha a última palavra, entregando a Deus a correção do que é torto, em vez de tomarmos para nós o papel de juízes definitivos.
O que este versículo diz
O versículo explicita a finalidade da espada mencionada antes: "tomar vingança das nações" e "repreender os povos". Essa linguagem pertence ao repertório dos salmos que clamam por justiça diante da opressão. É importante notar que a "vingança", no vocabulário bíblico, não é rancor pessoal, mas a execução de um juízo que, na sua raiz, pertence a Deus. Israel se via como instrumento de uma justiça maior contra a violência das nações que esmagavam os fracos.
A honestidade pede reconhecer que esses versos foram, ao longo da história, mal usados para justificar guerras e perseguições — algo que contraria o próprio sentido da justiça divina. O Novo Testamento reorienta o desejo de vingança: "a mim me pertence a vingança, diz o Senhor", e ao crente cabe deixar o julgamento a Deus. Para o leitor de hoje, o versículo pode ser lido como um anseio legítimo de que o mal não tenha a última palavra, entregando a Deus a correção do que é torto, em vez de tomarmos para nós o papel de juízes definitivos.