“E o povo exclamava: Voz de Deus, e não de homem.”
Ouça Atos 12:22
O que este versículo diz
A multidão, deslumbrada, rompe em aclamação: "voz de Deus, e não de homem". A bajulação chega ao ponto da idolatria, atribuindo a um mortal uma natureza divina. No contexto do mundo greco-romano, elogios assim a governantes não eram incomuns; o culto ao poder e a divinização de imperadores faziam parte da linguagem política. Mas, para a fé bíblica, saudar um homem como deus é ultrapassar uma fronteira gravíssima.
O trágico do momento está no silêncio de Herodes, que a nada corrige, como o versículo seguinte deixará claro. A lisonja o embriaga, e ele acolhe como devida a honra que só pertence a Deus.
Para o leitor, o versículo é um espelho perigoso. A tentação de receber ou de oferecer glória que não cabe a criatura alguma continua viva sob outras formas: o culto à celebridade, a idolatria do sucesso, a bajulação que corrompe os poderosos. A voz do povo nem sempre é a voz da verdade. Convém desconfiar dos aplausos que nos elevam acima da nossa justa medida, pois toda glória usurpada cobra seu preço.
O que este versículo diz
A multidão, deslumbrada, rompe em aclamação: "voz de Deus, e não de homem". A bajulação chega ao ponto da idolatria, atribuindo a um mortal uma natureza divina. No contexto do mundo greco-romano, elogios assim a governantes não eram incomuns; o culto ao poder e a divinização de imperadores faziam parte da linguagem política. Mas, para a fé bíblica, saudar um homem como deus é ultrapassar uma fronteira gravíssima.
O trágico do momento está no silêncio de Herodes, que a nada corrige, como o versículo seguinte deixará claro. A lisonja o embriaga, e ele acolhe como devida a honra que só pertence a Deus.
Para o leitor, o versículo é um espelho perigoso. A tentação de receber ou de oferecer glória que não cabe a criatura alguma continua viva sob outras formas: o culto à celebridade, a idolatria do sucesso, a bajulação que corrompe os poderosos. A voz do povo nem sempre é a voz da verdade. Convém desconfiar dos aplausos que nos elevam acima da nossa justa medida, pois toda glória usurpada cobra seu preço.