“Saudae a Rufo, eleito no Senhor, e a sua mãe e minha.”
Ouça Romanos 16:13
O que este versículo diz
Paulo saúda Rufo, "eleito no Senhor", e sua mãe, a quem carinhosamente chama também de "minha". Muitos leitores relacionam esse Rufo ao filho de Simão Cireneu, aquele que carregou a cruz de Jesus, pois o Evangelho de Marcos menciona um Rufo como se fosse conhecido de sua comunidade; é uma associação plausível, ainda que não possa ser comprovada com certeza.
O detalhe mais terno é a mãe de Rufo, que em algum momento cuidou de Paulo como se fosse seu próprio filho, a ponto de ele a chamar de mãe. O apóstolo, homem tantas vezes sozinho na estrada, encontrou em determinado lar um cuidado maternal que jamais esqueceu. Isso revela como a fé cria laços que atravessam os do sangue: na Igreja nascem mães, filhos e irmãos que Deus nos dá. Para nós, é um convite a acolher os que estão longe de casa, a exercer esse cuidado materno e paterno espiritual, e a agradecer por aqueles que foram, em nossa caminhada, presença de família.
O que este versículo diz
Paulo saúda Rufo, "eleito no Senhor", e sua mãe, a quem carinhosamente chama também de "minha". Muitos leitores relacionam esse Rufo ao filho de Simão Cireneu, aquele que carregou a cruz de Jesus, pois o Evangelho de Marcos menciona um Rufo como se fosse conhecido de sua comunidade; é uma associação plausível, ainda que não possa ser comprovada com certeza.
O detalhe mais terno é a mãe de Rufo, que em algum momento cuidou de Paulo como se fosse seu próprio filho, a ponto de ele a chamar de mãe. O apóstolo, homem tantas vezes sozinho na estrada, encontrou em determinado lar um cuidado maternal que jamais esqueceu. Isso revela como a fé cria laços que atravessam os do sangue: na Igreja nascem mães, filhos e irmãos que Deus nos dá. Para nós, é um convite a acolher os que estão longe de casa, a exercer esse cuidado materno e paterno espiritual, e a agradecer por aqueles que foram, em nossa caminhada, presença de família.