Salmos 2

12 versículos · capítulo 2 de 150

Salmos 2
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O Salmo 2 descreve a agitação das nações e dos reis da terra que se levantam contra o Senhor e contra o seu ungido, tentando romper as amarras da autoridade divina. Deus, porém, ri-se dessa rebelião do alto dos céus e declara ter estabelecido seu Rei sobre o monte santo de Sião, chamando-o de Filho gerado por Ele mesmo. As nações são prometidas como herança a esse Rei, que as governará com vara de ferro caso resistam. O salmo termina com um apelo aos governantes da terra para que sirvam ao Senhor com temor e se rendam ao Filho, pois bem-aventurados são os que nele confiam.

1 Porque se amotinam as gentes, e os povos imaginam a vaidade?

2 Os reis da terra se levantam, e os príncipes consultam juntamente contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo: Personagens: Deus

3 Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas.

4 Aquele que habita nos céus se rirá: o Senhor zombará deles. Personagens: Deus

5 Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os turbará.

6 Eu porém ungi o meu Rei sobre o meu santo monte de Sião. Locutor: Deus Local: Sião

7 Recitarei o decreto: o Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei. Personagens: Deus

8 Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e os fins da terra por tua possessão. Locutor: Deus

9 Tu os esmigalharás com uma vara de ferro; tu os despedaçarás como a um vaso de oleiro.

10 Agora pois, ó reis, sêde prudentes; deixae-vos instruir, juízes da terra.

11 Servi ao Senhor com temor, e alegrae-vos com tremor. Personagens: Deus

12 Beijae ao Filho, para que se não ire, e pereçais no caminho, quando em breve se acender a sua ira: bemaventurados todos aqueles que nele confiam.

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Texto da tradução João Ferreira de Almeida — domínio público.